Neste mundo, nada é impossível. Essa palavra, simplesmente, não existe no dicionário de cada ser deste reino. Agradeço por isso, pois faz com que escape da realidade em que me encontro na maioria do meu tempo. Num estalar de dedos consigo o que quero; tarefas simples, nada demais. Não quero ficar dependente da magia que me foi oferecida. Não tenho que ter medo, é o ponto mais importante. Finais felizes existem. Nenhum ‘olá’ acaba com um ‘adeus’, mas um ‘adeus’ acaba sempre com um ‘olá’. Talvez esteja a ser modesta demais, acaba, na maioria dos casos, com um ‘é bom ver-te novamente’. Não tenho que ter medo do amanhã, sei que nada do que tenho será perdido, talvez hajam contratempos pelo caminho, mas tudo o que me foi dado será meu no dia da minha morte. Talvez antes. Nenhum amor é esquecido ou apagado, permanece para sempre. E isso faz com que me mantenha estável emocionalmente, mantém-me calma. Nada comparado com o mundo em que me encontro fora da minha mente em que não existe estabilidade. Existe destino. Existe acaso. E existe o temporário. Isso assusta-me. Na minha mente tudo é mais fácil. Na minha mente estou bem.
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Desafio de escrita, dia 19
Dia 19 – Seja uma pessoa totalmente diferente de você
Não tenho medo. Não tenho medo de falhar. Não tenho medo de me perder. Não tenho medo de ser deixada. Tudo acontece por uma razão, não é verdade? Não tenho medo. O Nicholas aproxima-se de mim. Falo. Acerca do dia. Acerca de um filme. Acerca de um livro. Acerca de outros amigos. Não me calo. Vai embora. Coloco os fones nos ouvidos, ouvindo a música ecoar, enquanto se espalha pelo meu corpo. Começo a cantar baixo no meio da rua, não me importando com o que dirão. Chego a casa e sento-me no sofá, concentrada no filme que está a dar. No dia seguinte, nada se repete. Monotonia não existe. Os caminhos não são os mesmos. As decisões não são as mesmas. Não tenho medo de sair do meu conforto, tenho medo de ficar para sempre nele.
Não tenho medo. Não tenho medo de falhar. Não tenho medo de me perder. Não tenho medo de ser deixada. Tudo acontece por uma razão, não é verdade? Não tenho medo. O Nicholas aproxima-se de mim. Falo. Acerca do dia. Acerca de um filme. Acerca de um livro. Acerca de outros amigos. Não me calo. Vai embora. Coloco os fones nos ouvidos, ouvindo a música ecoar, enquanto se espalha pelo meu corpo. Começo a cantar baixo no meio da rua, não me importando com o que dirão. Chego a casa e sento-me no sofá, concentrada no filme que está a dar. No dia seguinte, nada se repete. Monotonia não existe. Os caminhos não são os mesmos. As decisões não são as mesmas. Não tenho medo de sair do meu conforto, tenho medo de ficar para sempre nele.
Desafio de Escrita
Apetecia-me escrever. A minha cabeça queria rebentar, não conseguiria organizar a Elements como deve ser. Mas apetecia-me escrever. Uma ideia surgiu-me, porque não procurar desafios de escrita. Procurei e encontrei os dois que se seguem. Começarei pelo primeiro e então farei o segundo.
As regras, pelo que andei a pesquisar, não têm nada demais. Não é necessário escrever todos os dias e não tem que ser feito por ordem. And that’s it.
Agora algo importante. Disseram-me que devia experimentar vários géneros literários pois era a única forma de ser uma escritora completa e a única forma de criar a minha identidade como escritora. Também tenho uma imensa quantidade de exercícios que, parte, não irei publicar aqui, mas parte sim, irei. Isto tudo para quê? Não se admirem que comecem a surgir novos estilos de escrita por cá. E é só.
Deixo o desafio cá em baixo, caso alguém esteja, também, interessado em fazer.
As regras, pelo que andei a pesquisar, não têm nada demais. Não é necessário escrever todos os dias e não tem que ser feito por ordem. And that’s it.
Agora algo importante. Disseram-me que devia experimentar vários géneros literários pois era a única forma de ser uma escritora completa e a única forma de criar a minha identidade como escritora. Também tenho uma imensa quantidade de exercícios que, parte, não irei publicar aqui, mas parte sim, irei. Isto tudo para quê? Não se admirem que comecem a surgir novos estilos de escrita por cá. E é só.
Deixo o desafio cá em baixo, caso alguém esteja, também, interessado em fazer.
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
Save me from myself
O comportamento defensivo é o mais comum. Uma arma de
defesa. E tudo bem se for usada; a vida é uma guerra, mesmo, a sociedade é uma ilustração
perfeita dos inimigos que se encontram do lado oposto do campo de batalha;
estão prontos a disparar a qualquer momento e a ferir-nos. Temos que ter a
nossa defesa. Tenho a minha. E tudo bem, não há mal nenhum. Mas existem duas
pessoas que pensei gostarem suficientemente de mim para não me magoarem, mas
tudo acabou. Mãe e pai. O meu comportamento defensivo até com eles é usado. Agarrei-me
a outras duas pessoas. Irmãos. As coisas pioraram e o comportamento voltou.
Restava eu. Eu podia confiar em mim. Ou talvez não pudesse, não passava de uma
ilusão. Sou a pessoa que mais me magoa. Todas as vozes dentro da minha cabeça
comandam o meu dia da pior forma e conduzem-me por caminhos que não quero
trilhar. Impõem-me pensamentos não correctos. Eu não sou dona de mim, elas são.
Comandam-me e parecem gostar de toda a brincadeira. Elas fazem-me perder a cada
minuto que passa. Fazem-me questionar quem sou a toda a hora e, pior, não me
dão uma resposta. Fazem com que perca parte da minha alma a cada segundo.
Sinto-o. Parte de mim só quer andar, apenas passar o tempo, de preferência,
totalmente desligada. Defensiva comigo própria, sempre alerta. Imaginam o quão
esgotante pode ser? Definitivamente, dormir é a melhor opção. E se dormisse
para sempre? É quando a dor é menor.
Talvez devesse ver tudo pelo lado positivo e começar
uma nova fase da minha vida; demoraria o seu tempo, haveria diversas noites de
choro mas era um plano. Mas não. Sou masoquista o suficiente para continuar com
a dor. Sou masoquista o suficiente para gostar da dor. Sou masoquista o
suficiente para deixar que a dor acompanhe cada segundo do meu dia. Sou
masoquista o suficiente para apreciá-la, ver os efeitos que tem no meu corpo e
sentir a sua falta a cada minuto que me encontre sem ela. E este é o meu
trilho, o meu destino, uma dor constante que parece matar cada pedaço do meu
ser aos poucos, lenta e torturosamente. E eu pareço gostar e apreciar. Pelo
menos parte de mim. A outra parte quer felicidade, implora que as vozes se
calem. Tenta sonhar com algo que a desperte do pesadelo em que se encontra.
Quer acreditar que o amor calará as vozes internas. Quer bater nas paredes com
toda a intensidade da dor, até que ela acabe. Até que as vozes se calem. Até
que tome o comando do corpo. Mente. Alma. Quer ter uma conexão diferente com a
arte; talvez através de sorrisos e não lágrimas. Ou, no mínimo, que sejam
lágrimas de felicidade. Quer ser feliz. Quer viver. Quer sentir apenas a dor
tolerável que qualquer ser humano aguenta. Sozinha. Sem companhias dentro da
cabeça. Talvez queira se salvar antes que tudo acabe.
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Summer Love
Hey amores, como estão? Como prometi, aqui está a página da Summer Love. Espero
que gostem :)
Entrem aqui.

Entrem aqui.
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Excerto
- Não aceitou a proposta. Diz que o dobro não será o suficiente e que o seu livro vale muito mais do que o que lhe queremos dar. Já contactou uma nova editora e disse que lhe estava a dar mais.
- Ele esperava?
- Vinte e quatro horas.
Vi-o sentar e observar o
manuscrito sobre a mesa.
A porta atrás de mim foi
fechada. À minha frente encontrava-se uma mulher com a minha altura, vestida
com o uniforme de secretária daquela empresa e o cabelo preso num
rabo-de-cavalo perfeitamente feito. A mulher começou a caminhar em direcção ao
homem que se encontrava sentado. As suas ancas mexiam-se num movimento
totalmente coordenado. A sua bunda, como diziam grande parte dos países
lusófonos, estava empinada de uma forma excitante. As suas costas estavam o
mais direitas possível. O seu olhar manteve-se no do chefe de uma forma
totalmente sensual. Engoli em seco.
Estavam próximos. A mulher
usou o seu dedo e empurrou o chefe para trás, na cadeira, e sentou-se na mesa,
abrindo as pernas para o mesmo. O chefe engoliu em seco, levando as suas mãos
até às pernas da mulher. Subiu um pouco e apertou as suas virilhas com alguma
força, fazendo a mulher gemer. Hum.
Logo depois a sua
expressão mudou, dirigindo-se a mim. Eu já não estava sentada naquela mesa.
Olhei para trás e a porta estava aberta.
- Ouviu o que lhe disse
Carter? – Perguntou.
Nada respondi. A minha
mente tinha acabado de me pregar uma partida. Uma partida em que eu estava
totalmente sexy e a seduzir o meu patrão. Uma partida que me tinha levado a um
nível de excitação muito superior ao inicial.
- Passe-me a chamada ao
senhor Robert. – Repetiu. – Depressa.
Capa "Summer Love"
Hey, como estão? Aqui está uma actualização do blog, desta vez, uma capa. Fi-la hoje (admito, não estava a conseguir estudar, mas se disser que era por causa de dores de cabeça, vão perguntar-me o que vim fazer para o computador, então prefiro ficar calada ahah) e, sem me querer gabar, penso que ficou bonitinha. Que me dizem?
Amanhã tratarei de fazer a página da FanFic. Até amanhã, beijos :D
Amanhã tratarei de fazer a página da FanFic. Até amanhã, beijos :D
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