sábado, 6 de setembro de 2014
Texto
Assinámos o
contrato, ambos, e entreolhámo-nos quando ambas as assinaturas se encontravam
lado a lado. A mulher à nossa frente observou o papel e entregou-nos uma boa
quantidade deles.
- Caso
tenham algum problema com a casa, apenas necessitam avisar-me. Contactarei os
melhores técnicos para que solucionem qualquer problema.
Ambos
assentimos.
A mulher de
longos cabelos ruivos dirigiu-se à porta, dando as últimas recomendações. Eu
apenas fingi ouvir, enquanto observava a mulher ao meu lado.
Estava tudo
apenas a começar. Não tinha que me preocupar mais com as horas de recolher do
colégio, não tinha que me preocupar se os pais dela a iam visitar, não tinha
que passar a noite com saudades do seu corpo ao lado do meu e não precisava
mandar-lhe mensagens logo de manhã enquanto imagino o seu corpo ao meu lado.
Ela está aqui. Ela está ao meu lado. E vai estar aqui todos os dias a partir de
agora.
A porta foi
fechada por ela que me sorriu envergonhada. Ela sempre disse que não queria
viver comigo, pelo menos não até fazermos um ano de namoro; ela dizia que era
por meras regras da sociedade e que achava errado começarmos a viver juntos
sem, sequer, estarmos um ano juntos. Mas sabia que esse não era o motivo, sabia
que ela apenas estava preocupada com o facto de se afeiçoar demasiado e eu a
puder magoar. Sabia que era isso e ela tinha tanta noção quanto eu, apenas não
o admitia.
Aproximei-me
dela, que se encontrava encostada, de costas, para a porta, e levei os meus
braços à sua cintura, puxando-a para mim. Consegui sentir que o ar lhe faltou
por leves segundos, o que me fez sorrir. Deixei que a minha boca baixasse,
encontrando o seu ouvido, e sussurrei lentamente.
-
Finalmente a sós.
Ela sorriu
e eu sabia a principal razão, mas nada falei, esperei para ouvir a sua
resposta. O seu olhar subiu, encontrando o meu, acompanhando os seus braços,
que se pousaram no meu pescoço, permitindo-me puxá-la para mim.
- E que
queres dizer com isso? Não te chegou a noite de ontem, Nicholas?
Revirei os
olhos e sorri, fazendo o seu rosto roborizar. A noite anterior foi passada no
meu carro, junto a uma praia, e o objectivo era apenas ficarmos juntos e dormirmos
na parte de trás do carro. O carro tem cinco lugares, mas os bancos fecham,
dando mais espaço ao porta-bagagens. Levámos tudo lá para trás e deitámo-nos,
com o rádio a trabalhar. Começámos aos beijos e ficámos assim por algum tempo.
Entretanto
parámos e ela deitou-se nos meus braços, enquanto falávamos e recordávamos tudo
o que já tínhamos passado. Foi nessa altura que o fogo acendeu dentro dos dois
e aconteceu. Era impossível não fazer nada. E, nessa noite, ela presenteou-me,
apenas, com o melhor orgasmo da minha vida. Ela sabia-o.
- Podemos
fazê-lo novamente. Se estiveres tão interessada em sentir o meu corpo no teu… -
Comecei.
Ela não me
deixou terminar; sabia que a ia provocar. Em vez disso beijou-me e,
instintivamente, empurrei-a contra a porta e beijei-a. Aquela era apenas mais
uma nova etapa da nossa vida juntos e não poderia estar a começar da melhor
maneira.
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Texto
Antes de lerem, tenho de avisar que tem algum conteúdo que talvez possa ser considerado para maiores de 18. Boa leitura :)
Nicholas
dirigiu-se ao exterior da casa, agradecendo, mentalmente, por ter tido um dia
de sol, caso contrário, a toalha para o banho de Gabriella não tinha secado.
Ele sabia que, em parte, era culpa sua, mas a sua mente pensava do seguinte
modo: vivia sozinho, duas toalhas chegavam, perfeitamente, se ele fosse alternando.
Usava a mesma dois dias seguidos e, após esses dois dias, utilizava uma nova
que teria o mesmo futuro. Parecia-lhe perfeito; fora-lhe perfeito enquanto não tivera
ninguém em casa, mas o destino surpreendeu-o. Gabriella estava em sua casa. A
tomar banho na sua casa de banho. Era obra do destino, não havia outra
justificação. Não havia outra forma de Gabriella estar em sua casa.
Gabriella.
Aquela mulher que não quis, sequer, aceitar a sua declaração. Nicholas
preparara um belo poema, que lhe demorara uma média de três dias a escrever, e ainda
juntara umas palavras que praticou diversas vezes em frente ao espelho.
Praticou as palavras. O tom de voz. A expressão facial. Queria que tudo fosse
perfeito quando declarasse o seu amor à deusa que lhe roubara grande parte do
seu coração; algo nunca conseguido por qualquer outra mulher. Parecia-lhe tudo
perfeitamente organizado e, no mesmo dia, Nicholas combinou encontrar-se com Gabriella.
Todo
o caminho Nicholas mantinha na sua mente a expressão que vira no espelho,
tentando ter a certeza que essa seria a que Gabriella viria. Uma voz, no
entanto, ordenou que se acalmasse e Nicholas tentou, tomando atenção ao caminho
que realizava. Vários carros passavam por si a uma velocidade considerável, mas
Nicholas olhou além dos mesmos, para o café do outro lado da estrada. O café em
que se conheceram. O café em que, pela primeira vez, Nicholas olhara para uma
mulher, além do seu corpo; fora o sorriso que captara a sua atenção, tinha a
certeza.
Ao
dar-se conta que os pensamentos tinham voltado à mulher, desistiu de se distrair.
Nicholas
avançou pela casa, com a toalha seca na mão, e lembrou-se que Gabriella dissera
que se encontraria no quarto por uns minutos, portanto não tinha que se
preocupar, sequer, em bater à porta.
Os
seus pensamentos voltaram para aquele dia. Nicholas chegou junto de Gabriella e
começou a falar, sentindo o seu corpo tremer e as suas mãos suarem. Nada estava
a sair como tinha planeado e isso ainda o deixava mais nervoso. No entanto esse
não foi o ponto, na realidade o que estragou tudo foi o facto de, assim que
começara a falar, Gabriella lhe dizer que não estava interessada em ouvir. A
mulher que amava não estava interessada em ouvir a sua declaração.
E,
por obra do destino, ali estava ela. A caminho para a festa, Gabriella caíra
numa poça de lama e, obviamente, necessitara de um banho. O grande problema,
estava a uma meia hora de sua casa e sabia que ele seria o mais próximo, e
assim foi. Ali estava ela. Não sabia durante quanto tempo ficaria, mas Nicholas
gostava da sua companhia; sentia alguma paz aquando da sua presença.
Nicholas
entrou na casa de banho, não se preocupando em anunciar, e viu Gabriella de
costas. A mesma não se tinha dado conta da sua presença e Nicholas não se
conseguira anunciar ou, simplesmente, fechar a porta. Gabriella encontrava-se
apenas com a camisa branca, de costas para si, e desabotoava cada botão da
mesma. A água estava ligada e ia caindo, quente o suficiente para soltar todo o
vapor pelo espaço, dando um novo ambiente ao mesmo.
Uma
voz dentro de si dizia-lhe que devia sair; outra apenas queria aproveitar a
imagem mais sensual que vira na vida. A camisa branca – e um pouco manchada pela
queda – caíra no chão, deslizando pelo seu corpo em câmera lenta. Nicholas
acompanhou o movimento com os olhos, até ao chão, e começou a subir aos poucos.
Subiu pelas pernas, lentamente, e deu de caras com as suas cuecas que tapavam
algo que, naquele momento, poderia estar encostado à sua excitação evidente.
Enquanto as zonas se tocavam na cabeça de Nicholas, com Gabriella de costas
para si, imaginava que as suas mãos subiam pela barriga da mesma, levando a que
a sua respiração fosse alterando.
Nicholas
estaria nu, apenas de boxers, e sentiria o corpo de Gabriella a aproximar-se mais
do seu, enquanto as mãos iriam descendo, passando nas suas coxas. Apertaria as
mesmas e ouviria um suspiro de Gabriella que, na sua cabeça, verdadeiramente
aconteceu. As suas mãos subiriam pelo seu corpo e o seu peito seria tocado, por
cima do soutien. Nicholas pensaria em tirá-lo e, nesse momento, o soutien de Gabriella,
realmente, caiu. Nicholas engoliu em seco ao ver que, a sua deusa,
encontrava-se praticamente nua em frente aos seus olhos. Nicholas queria
tocá-la. Pensou em aproximar-se mas, antes de o conseguir, Gabriella virou-se.
Os
seus olhos desceram, deixando que os seios da mulher fossem apreciados com a
mesma atenção que apreciava todos os seus quadros; aquele corpo era arte e,
definitivamente, Nicholas não se importaria de a estudar ao pormenor. No
entanto os seus pensamentos foram desviados pela voz de Gabriella.
- Se
calhar está na hora de saíres, Nicholas. – Tentara manter a calma.
Os
seus braços preocuparam-se em tapar os seios que, anteriormente, Nicholas
observava. O homem apenas deixou a toalha pendurada, ao seu lado, e saiu
daquela divisão, pronunciando um pedido de desculpas baixo, mas, ainda assim,
audível para Gabriella.
A
porta foi fechada e Nicholas apenas se encostou à mesma, tentando afastar as
imagens da sua cabeça. No entanto o corpo da mulher e a forma sensual como a
mesma se despia, voltaram à sua mente. O mesmo suspirou, frustrado por a mulher
não ser sua, e falou baixo o suficiente para apenas ser ouvido por si próprio.
-
Preciso de uma bebida. Gelada!
sábado, 16 de agosto de 2014
Uma das minhas maiores bençãos...
Na minha cabeça estava, "Está na hora de escrever outro texto sobre ti", mas sempre que tentava desistia da ideia; na minha cabeça, seria demasiado complicado, mas surpreendi-me. As palavras fluem com uma naturalidade quase impressionante, tal como na primeira vez que escrevi, e pareço não ter que pensar muito enquanto os meus dedos passeiam pelos botões do teclado. Naturalmente, penso que não tenho tido muitas pessoas com quem fazer uma cena no meio do supermercado - o senhor não deve ter ficado muito contente por lhe ter dado com o saco enquanto te abraçava - sem ficar constrangida. Penso que não é qualquer pessoa que me abraça, após um longo tempo, e parece que nunca esteve longe de mim; parece que ainda ontem estivemos juntas, como se estivesses sempre comigo, apesar de tudo. Nunca um abraço pareceu tão certo. E, inacreditavelmente, eu senti-me eu. Não precisei pensar como agir, não precisei pensar se estava a fazer figuras ou se te poderia afastar, apenas actuei. Apenas fui eu. E abracei-te com força, não querendo que toda aquela felicidade momentânea acabasse. Afastaste-te um pouco, olhaste-me nos olhos, sorriste, e abraçaste-me novamente. Tive que rir, mas abracei-te. E percebi que nada acabou. Tudo se mantinha. Como se, mesmo afastadas, nunca nos tivessemos afastado. E sorri. Naturalmente, e sem pensar muito, fui ter com a tua mãe que, tal como tu, ficou imensamente contente por me ver. E senti-me bem, novamente, como se também a tua mãe me puxasse para quem realmente sou. Não me senti fria, não me senti desligada de tudo, senti-me eu. E, neste momento, entendo que as amizades que são para ficar, são para ficar. Nada as separa. A minha calma continua e vai continuar a surgir. Os teus braços continuaram a ser um ponto de paz. E, no futuro, tal como tínhamos combinado, provavelmente a minha filha ainda vai ter o teu nome e a tua vai ter o meu. Como se nunca nos tivessemos afastado. Como se nunca tivesse existido desvios no nosso caminho.
Talvez nem tudo venha a ser tão certo, mas uma coisa sei, a tua amizade foi das maiores bençãos que tive na vida e, eternamente, irei agradecer por ela.
sábado, 26 de julho de 2014
I felt in love with your soul...
Antes de começar a namorar com a pessoa com quem estou agora, estivemos cara a cara duas vezes. No final da segunda eu já sabia que aquilo era extremamente certo. Não tive tempo suficiente para me apaixonar pela sua aparência - embora seja perfeita; talvez lhe escreva algo a dizer tudo o que amo -, mas apaixonei-me. Apaixonei-me pela forma como, apesar da distância, conseguia tocar o meu coração. Apaixonei-me pela sua personalidade, pela pessoa que é. Apaixonei-me por ser uma pessoa única. E, o facto de nunca estar consigo, faz-me perceber que o que sinto é amor. Faz-me perceber que estou realmente apaixonada. E sinto-me sortuda por ter alguém assim comigo.
I want #2
Ideia excelente. Vou comprar sapatilhas brancas e vou colocar a minha frase nelas. Tenho a sensação que serão as minhas preferidas desse dia em diante.
I want *-*
São tão lindos!! Eu quero a coleção toda do Nicholas Sparks. Depois posso juntar os do grey à coleção eheh
I'm cold... inside
Estou
cansada. Cansada de fazer de conta que tudo está bem. Eu tento convencer-me
disso, tento convencer-me que o que sinto agora é apenas algo normal. Que as
pessoas à minha volta estão piores do que eu e que tenho que me preocupar com
elas, mas está na hora de ser sincera. Está na hora de unir corpo e alma. Estou
cansada de estar a fazer algo e estar a ver tudo do lado de fora, como se
aquela acção estivesse a ser concretizada pelo meu corpo, mas não por mim.
Estou cansada de dizer a quem está magoado para sorrir quando, eu própria, não
consigo sorrir verdadeiramente. Estou cansada de dizer que, de qualquer modo
vamos ser magoados e o melhor é viver, convencer-me que estou a viver, e, na
realidade, estar totalmente parada com medo de sofrer. Estou cansada de ouvir
criticas exteriores, não construtivas, que me fazem perder o prazer que tenho
por tudo o que, anteriormente, amava fazer. Estou cansada de viver uma vida da
qual não sinto fazer parte. Estou cansada de ouvir todos a criticar-me, mesmo
quando sei que tenho razão; fazem-me duvidar dos meus poucos princípios. Estou
cansada. Estou perdida. Não tenho nada que me dê prazer. Não tenho nada em que
acreditar. Não tenho nada que me faça evoluir. Não tenho nada que seja
suficientemente forte para tornar a unir a minha alma com o meu corpo, se é que
isto, sequer, faz sentido. Muitos vão dizer que tenho uma família – com ou sem
pai presente –, tenho amigos e tenho o amor da minha vida comigo. Sim, eu sei.
Agradeço por eles. Agradeço tudo o que me oferecem. Mas de que me serve ter
tudo isto se não me tenho a mim? De que serve ter tudo isto se me sinto fora do
meu corpo. De que serve ter tudo isto se, por vezes, apenas estou do lado de
fora, a ver as cenas ocorrerem, enquanto o meu corpo mexe sozinho? De que serve
tudo isto se falto eu na história?! Não sei ao certo o que se passa, gostava de
ser psicóloga ou psiquiatra. Talvez ter um diagnóstico definido. Nesse caso
sabia o que fazer, sabia o que mudar e como fazer tudo melhorar. Mas não tenho.
Mais engraçado, no meio disto tudo, é estar a escrever exactamente o que sinto
e não sentir nada cá dentro, não me cair uma única lágrima sequer. O que fazer
agora, não sei. Talvez continuar à espera que algo surja.
Another pain...
Após algumas mágoas, pela mesma pessoa, qualquer ser humano
inteligente abre os olhos e dá-se conta que, só por acaso, aquela pessoa não
vale a pena e, definitivamente, sofrer é uma perda de tempo. É assim que as
coisas acontecem. Mas não comigo. Sou burra. O meu lado sonhador e a minha
ingenuidade insistem acreditar que tudo não passa de um sonho ou, pelo menos,
na última das hipóteses, ele vai cair na realidade e voltar ao que era. Mas não
vai, ele não vai voltar a ser o que era. Mas o meu coração ainda não se
apercebeu disso, parece querer dar “segundas chances” mais de mil vezes; sofrer
mais de mil vezes; deixar de acreditar no amor de todos os que o rodeiam, mas
continuar a acreditar na única pessoa que realmente não merece. Ser sonhadora. Ingénua.
Burra. As três palavras que me descrevem quando se trata dele. E,
aparentemente, continuo a não aprender. Continuo a perdoar e a fazer de conta
que nada se passou. Continuo a amá-lo.
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Estilo Country
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Desafio: Carta 10
10.Carta para alguém que
não falas tanto quanto gostarias
Rita, sem duvida. Tu és
outra pessoa que é capaz de deixar uma pessoa à vontade, simplesmente, porque
não reparas em nada ahah. E acredita que, por vezes, gostava de voltar atrás no
tempo e voltar a sentar-me ao teu lado nas carteiras da escola; nessa altura
falávamos mais. Mas quero que saibas que vou estar sempre aqui para ti -
principalmente para ir a sunsets e fazer videos... estou a brincar, estou
aqui para tudo. E, realmente, estas férias vais ter que me aturar. Agora até
sei que já tens cama de casal, portanto... vais mesmo aturar-me u.u. Adoro-te.
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Desafio: Carta 3
3.Carta para os teus pais
Mãe, és uma mulher
complicada; eu acho que o teu signo te define um pouco. Daí termos discutido
tanto há uns anos: eu não controlava a personalidade dos peixes, tu também não
controlavas a tua do mesmo signo e chocávamos bastante. Mas, da mesma maneira
que chocamos bastante, estamos aqui uma para a outra. E, se eu sou dura
contigo, por vezes, é apenas porque não quero que te deixes afundar. E sei que
não vais, és muito forte. Tu ainda não sabes o tamanho da tua força, mas quando
descobrires, vou adorar a reacção das pessoas ao verem a pessoa forte que és.
Mais uma coisa, tenho orgulho em ti!
Pai, tenho pena que te
estejas a deixar perder... ou a descobrir. E, embora eu tenha orgulho por teres
tido coragem de deixar o país, realmente não gosto da pessoa em que te
tornaste. Tudo bem, não estás aqui para agradar ninguém, mas se formos por aí,
nós também não. Estás a fazer muita coisa que não deves e eu, realmente, estou
com medo por ti, mas não estou aqui para consertar a tua vida; aliás, já és maior
e vacinado, portanto desenrasca-te. Toma apenas cuidado, um dia torna-se tarde
demais...
Desafio: Carta 4
4.Carta para os teus
irmãos
Cát, fico contente por
seres minha irmã. Conversa da treta, eu sei, mas é a verdade. Eu não podia
pedir por melhor, quer dizer, passar de "brioche" a... eu não vou
escrever nada disso aqui! Ahahah Esquece! É impossível estar doente ao pé de ti
e, o melhor, é que nem te esforças por isso. Gosto imenso de ti mana e tenho
muito orgulho em ti, para sempre!
Agora és tu carneiro. Tu
és aquele tipo de pessoa que está a ganhar uma personalidade bastante forte e
eu tenho um orgulho enorme que o estejas a fazer. Acho que, a forma como
cresceste tão de repente, foi espantosa e... também és o melhor irmão do mundo,
não fiques com ciúmes. Também não podia pedir irmão melhor, além de teres
crescido imenso, ainda temos uma óptima relação de irmãos. Gosto imenso de ti
mano.
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Desafio: Carta 14
14.Carta para alguém que
te afastaste
O meu anjo. O maior erro
que cometi neste ano, foi afastar-me de ti, anjo. Eu sei que fui burra e,
acredita, eu estou sempre a sentir-me mal por isto. Tu és uma das pessoas que
consegue ajudar-me a manter o meu próprio equilíbrio e, mesmo assim, és capaz de
me chamar de anjo. Como é que eu sou o anjo se tu é que me ajudavas tanto?
Pergunto-me isto a toda a hora, e não consigo entender. Mas isso não é
importante, o importante é que me arrependo imenso e sei que, provavelmente, as
coisas podem não ser iguais e isso vai magoar-me imenso, mas não tanto como
olhar para o teu número e pensar duas vezes se te devo mandar mensagem, quando
antes não tinha esse problema. Portanto, sim, eu vou lutar por ti, mesmo sendo
tarde demais. Adoro-te anjo.
Desafio: Carta 20
20.Carta a pessoa que
mais te partiu o coração
E parece que esta é para
ti. Bem, as decepções costumam vir de quem menos esperamos, acredita, sei
disso, mas de ti? Isto é o destino a jogar num nível muito avançado. Sempre
pensei que fosses a única pessoa que nunca me fosses magoar, mas enganei-me
redondamente. E, enquanto eu aqui penso dessa maneira, tu apenas continuas a
batalhar para que tudo se torne pior. Eu ser senvível? Pode ser esse o
problema, mas apenas justificaria algumas das minhas recaídas. Muita coisa que
disseste, simplesmente, não se diz. E, pior, não aprendes com os teus erros e
não vês o que estás a perder. E sabes o que me magoa mais? Não são as tuas
palavras contra mim, são as tuas palavras contra a mãe. Mas um dia a mãe ganha
forças e solta-se, e depois? Sabes, no meio disto tudo apenas tenho pena de ti.
Aqui nós continuamos unidos e a nossa vida continua. A mãe vai ganhar força e
vai ficar bem, eu sei. Mas e tu? Estás à espera de voltar, pedir desculpas e
tcharaannn, tudo resolvido? Tenho pena de ti, porque, apesar de tudo, eu
amo-te, mas sei que, se continuas assim, vais perder tudo... mas cada um colhe
aquilo que semeia, não é pai?
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Texto
Acordei. Cansada. Os gritos começaram. "Não vamos discutir outra vez o mesmo...", saiu da minha boca. Mas vamos. Novamente. Sento-me. Tudo pára. "Ainda bem", penso. Agarro no telemóvel para telefonar. Comento o facto de agora já estar calma por eu ir telefonar. As bocas começam. Seguro no telemóvel. "Não vais gastar o meu dinheiro", disse, "Eu tenho de telefonar", não tenho a adictivo. Por mim não telefonava, acreditem. Mas, infelizmente, tinha de fazê-lo. Começa a chamar mas as bocas continuam. Lanço um "Porra" e levanto-me para telefonar do meu. Não atende. Desço, já vestida e pronta para sair para me acalmar. Não estava para ouvir mais gritos. Mas não saio. Impede-me. Não o faças! Os gritos continuam. Eu vou perder a paciência. Deixem-me sair! Por favor! As bocas continuam e eu não aguento. Começo a falar. Começo a dizer as mesmas verdades. Sei que a vão magoar, mas já estão a sair. Tudo verdades. Outras palavras são dirigidas a mim. E não só. Não me "piques"! Não me tentes levar ao limite! Eu tenho de sair! Deixa-me sair! Não saio. As palavras continuam. Continuo a responder. A raiva aumenta. Não aguento. Vou fazer merda. Eu vou bater-lhe. Não posso! Arranho-me. Tenho que me acalmar. Não acalmo. As palavras continuam. As bocas continuam. A raiva aumenta. As unhas cravam mais. Deixa-me sair por favor! Tudo continua, eu não aguento. Os meus punhos vãos à parede. A raiva é descarregada. Não fales! Não te ponhas à minha frente! A Força continua intacta. NÃO ME AGARRES!! Empurro-a. Ela agarra-me. Eu tento manter a calma e não lhe bater. Ela empurra-me. Eu quero bater-lhe. Eu tenho força para isso. Tenho força para a encostar. Não o faço. Eu encosto-me à porta e ponho-me a sussurrar "calma", vezes sem fim. Começo a ser sarcáatica. Estou no limite. Mais bocas vêm. Não fales. Eu sei cuidar dos meus irmãos. Eu não os vou abandonar. Eu não os vou magoar. Eu sou responsável. Eu não sou uma criança. CALA-TE!!! Continuo a sussurrar calma e não lhe respondo. O meu corpo ferve. Queima. Eu tenho de sair. Deixa-me sair!! Vou para a cozinha. Tento telefonar-lhe. Não atende. Começo a falar. Ela tenta fechar oa estores. Não me Deixa abrir a janela. Não a deixo fechar os estores. Arranha-me. Aperta-me com força, com as unhas. Quero fazer-lhe o mesmo. Não me provoqyes! Vou magoar-te! Pára! Só obrigada a ir para o quarto. Vou acalmar-me. Não, ela vem atrás. Continua a provocar. A gritar. O meu corpo tem energia mais do que suficiente para a magoar. Não o posso fazer. Não vou fazer o mesmo que ele. Eu sou forte. "És fraca! Não és mulher.",diz. Não! Eu sou forte. O meu corpo quer agir por mim. Quer bater-lhe. Não posso fazê-lo. "Atende o telemóvel por favor", mando por mensagem. Ela continua. Tento novamente. Ele atende. Choro finalmente. Ele diz para ter calma. Ela grita. Ele risse. Não!! Não!! Ela grita! Não! Parem! Desligo. Continuamos a discutir. Ela desce. Eu ataco-a psicologicamente. Vejo o que estou a fazer. O meu corpo fala mais alto e avança para a atacar. Eu vou bater-lhe. A minha cabeça volta. Eu beijo-a. Minutos depois finalmente saio. Estou na praia. O meu corpo não reage. Os nervos passam pelo meu corpo. Quero levantar-me e não consigo. Quero mexer-me e tenho dificuldade. A minha mente quer fugir. Não posso desmaiar. Não aguento. Apenas choro e tremo. Não aguento mais.....
terça-feira, 6 de maio de 2014
Descansa em paz, avó...
Nunca pensei em chorar. Aliás, pensei em chorar, devido
aos gemidos de dor que me iriam circundar durante aquele espaço de tempo. Eu
estava a encarar tudo bastante bem, até observar o teu rosto. Ele estava lindo.
Sem pensar duas vezes eu tive que tocá-lo e, inconscientemente, já estava a
fazer carinhos por ele. Foi aí que desabei ao sentir a tua pele gelada, ao dar-me
conta que, efetivamente, tu não ias abrir os olhos. Nunca mais. Sei que no
último ano fizeste imensa coisa que, indirectamente – e directamente –, me
prejudicou. Sei que a nossa última conversa deu em discussão. Sei que por vezes
chamaste por mim e choraste por mim durante o tempo de internamento e eu,
estupida, só estive contigo uma vez; e tu não me conseguiste ver. Peço-te
desculpa por isso. E sei que adoravas ter um neto que fosse enfermeiro. Sei o
quanto começaste a gostar dessa profissão. E eu vou licenciar-me nesse curso.
Vou ser enfermeira. Não apenas por ti, mas também por ti. Obrigada avó, pelas
lições, pelos princípios, pelo amor e, mais importante para mim, por teres tido
orgulho em mim. Eu amo-te.
domingo, 4 de maio de 2014
Desejo Concretizado
38) Resolver as coisas com uma certa pessoa com quem fui… um pouco dura
Tenho de admitir que este objectivo demorou a ser cumprido. A realidade é que eu sabia que tinha que dizer que, em parte, eu errei e sim, custa-me imenso. Mas usei a minha impulsividade e, nos 30 segundos que me deu vontade de sair com a pessoa, convidei-a. Fomos beber café e pusemos conversa em dia, esclarecemos as coisas e resolveu-se tudo. Mais um desejo cumprido ;)
sábado, 3 de maio de 2014
Desafio: Carta 8
8.Carta para a tua
amiga(o) virtual favorita(o)
A minha amiga virtual
preferida... cunhada! Não sei cunhada, contigo as coisas são tão simples. Até
para arranjar assuntos se torna simples, não sei, é diferente. E depois tu és
tão tola que me levas atrás e eu adoro os momentos de loucura ahah. Não sei se
alguma vez te deste conta, mas tu tens a capacidade de deixar as pessoas à
vontade de uma maneira incrível e, quando te deres conta disso, vais entender
que estás a desperdiçar muito tempo da tua vida a tomar atenção apenas ao que
dizem de ti. Cunhada, tu nasceste para ser amada! É impossível uma pessoa não
te amar, assim como é impossível uma pessoa não confiar em ti. E acredita, tu
ainda vais fazer coisas espantosas! Brilhantes na realidade! E eu vou estar
aqui, como sempre, e vou dizer-te "eu disse que ias fazer coisas
espantosas. Vi logo o teu potencial quando vi que puseste o outro a fazer bidés
ahah" e depois vou rir-me feita louca.
Cunhada, eu sei que por
vezes se vai tornar difícil, mas nunca duvides da tua força nem do teu potencial;
tu vais longe. Apenas precisas de acreditar em ti e se eu tiver que estar aqui
durante 24 horas por dia, eu vou estar aqui a relembrar-te o quão fantástica és
e que, efectivamente, tens que acreditar em ti. Portanto, poupa-te de me
aturares tanto tempo, e investe em ti. Gosto muito de ti cunhada!
sábado, 26 de abril de 2014
Tatuagens: keep your head up, keep your heart strong
Sabem, se tivesse coragem, gostava de fazer a tatuagem com esta frase. Não sei ao certo em qual dos sítios que estão nas imagens, mas seria num deles, de certeza. Acho-as lindas...
Podia ser que optasse pela primeira.. é mais discreta... mas não sei. Primeiro era preciso coragem ahah
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