sábado, 26 de julho de 2014

I felt in love with your soul...

Antes de começar a namorar com a pessoa com quem estou agora, estivemos cara a cara duas vezes. No final da segunda eu já sabia que aquilo era extremamente certo. Não tive tempo suficiente para me apaixonar pela sua aparência - embora seja perfeita; talvez lhe escreva algo a dizer tudo o que amo -, mas apaixonei-me. Apaixonei-me pela forma como, apesar da distância, conseguia tocar o meu coração. Apaixonei-me pela sua personalidade, pela pessoa que é. Apaixonei-me por ser uma pessoa única. E, o facto de nunca estar consigo, faz-me perceber que o que sinto é amor. Faz-me perceber que estou realmente apaixonada. E sinto-me sortuda por ter alguém assim comigo.

I want #2


Ideia excelente. Vou comprar sapatilhas brancas e vou colocar a minha frase nelas. Tenho a sensação que serão as minhas preferidas desse dia em diante.

I want *-*


São tão lindos!! Eu quero a coleção toda do Nicholas Sparks. Depois posso juntar os do grey à coleção eheh 

I'm cold... inside


Estou cansada. Cansada de fazer de conta que tudo está bem. Eu tento convencer-me disso, tento convencer-me que o que sinto agora é apenas algo normal. Que as pessoas à minha volta estão piores do que eu e que tenho que me preocupar com elas, mas está na hora de ser sincera. Está na hora de unir corpo e alma. Estou cansada de estar a fazer algo e estar a ver tudo do lado de fora, como se aquela acção estivesse a ser concretizada pelo meu corpo, mas não por mim. Estou cansada de dizer a quem está magoado para sorrir quando, eu própria, não consigo sorrir verdadeiramente. Estou cansada de dizer que, de qualquer modo vamos ser magoados e o melhor é viver, convencer-me que estou a viver, e, na realidade, estar totalmente parada com medo de sofrer. Estou cansada de ouvir criticas exteriores, não construtivas, que me fazem perder o prazer que tenho por tudo o que, anteriormente, amava fazer. Estou cansada de viver uma vida da qual não sinto fazer parte. Estou cansada de ouvir todos a criticar-me, mesmo quando sei que tenho razão; fazem-me duvidar dos meus poucos princípios. Estou cansada. Estou perdida. Não tenho nada que me dê prazer. Não tenho nada em que acreditar. Não tenho nada que me faça evoluir. Não tenho nada que seja suficientemente forte para tornar a unir a minha alma com o meu corpo, se é que isto, sequer, faz sentido. Muitos vão dizer que tenho uma família – com ou sem pai presente –, tenho amigos e tenho o amor da minha vida comigo. Sim, eu sei. Agradeço por eles. Agradeço tudo o que me oferecem. Mas de que me serve ter tudo isto se não me tenho a mim? De que serve ter tudo isto se me sinto fora do meu corpo. De que serve ter tudo isto se, por vezes, apenas estou do lado de fora, a ver as cenas ocorrerem, enquanto o meu corpo mexe sozinho? De que serve tudo isto se falto eu na história?! Não sei ao certo o que se passa, gostava de ser psicóloga ou psiquiatra. Talvez ter um diagnóstico definido. Nesse caso sabia o que fazer, sabia o que mudar e como fazer tudo melhorar. Mas não tenho. Mais engraçado, no meio disto tudo, é estar a escrever exactamente o que sinto e não sentir nada cá dentro, não me cair uma única lágrima sequer. O que fazer agora, não sei. Talvez continuar à espera que algo surja.

Another pain...


Após algumas mágoas, pela mesma pessoa, qualquer ser humano inteligente abre os olhos e dá-se conta que, só por acaso, aquela pessoa não vale a pena e, definitivamente, sofrer é uma perda de tempo. É assim que as coisas acontecem. Mas não comigo. Sou burra. O meu lado sonhador e a minha ingenuidade insistem acreditar que tudo não passa de um sonho ou, pelo menos, na última das hipóteses, ele vai cair na realidade e voltar ao que era. Mas não vai, ele não vai voltar a ser o que era. Mas o meu coração ainda não se apercebeu disso, parece querer dar “segundas chances” mais de mil vezes; sofrer mais de mil vezes; deixar de acreditar no amor de todos os que o rodeiam, mas continuar a acreditar na única pessoa que realmente não merece. Ser sonhadora. Ingénua. Burra. As três palavras que me descrevem quando se trata dele. E, aparentemente, continuo a não aprender. Continuo a perdoar e a fazer de conta que nada se passou. Continuo a amá-lo.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Estilo Country


Country Style. Acho que é um estilo perfeito. Bastante descontraído e bastante sexy, ao mesmo tempo. Amo!! *-*

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Desafio: Carta 10

10.Carta para alguém que não falas tanto quanto gostarias


Rita, sem duvida. Tu és outra pessoa que é capaz de deixar uma pessoa à vontade, simplesmente, porque não reparas em nada ahah. E acredita que, por vezes, gostava de voltar atrás no tempo e voltar a sentar-me ao teu lado nas carteiras da escola; nessa altura falávamos mais. Mas quero que saibas que vou estar sempre aqui para ti - principalmente para ir a sunsets e fazer videos... estou a brincar, estou aqui para tudo. E, realmente, estas férias vais ter que me aturar. Agora até sei que já tens cama de casal, portanto... vais mesmo aturar-me u.u. Adoro-te.