sexta-feira, 25 de abril de 2014

You complete me...


Um casal beija-se num acto completamente banal do quotidiano. Outro casal abraça-se por uma fração de dois segundos. Outro anda lado a lado, com os corpos distantes. E outro, separado por quilómetros de distância, desejando um pequeno contacto físico que seja. Desejando sentir os lábios embaterem um no outro. Desejando abraçar-se por tempo indeterminado. Desejando sentir os dedos entrelaçarem-se. Desejando sentir os corpos tocarem, pele com pele, enquanto o calor é transferido entre corpos. Desejando sentir algo físico, apenas.
Dói. Eu sei que dói. Dói não ter a pessoa que se ama mais próxima para puder visitar quando a exigência de contacto físico aperta. Dói estar em chamada e, num momento de desespero, enquanto a outra pessoa fala, sentimo-la mesmo ao nosso lado. Dói fechar os olhos e, inconscientemente, a nossa mente brincar connosco e fazer-nos aproximar do telemóvel, como se os nossos lábios fossem tocar. Não tocam. Era apenas uma ilusão. Uma maravilhosa e doentia ilusão que alimenta a saudade. E o desejo.
Apenas ilusões sucessivas que vão surgindo até ao momento em que um pequeno contacto físico vai acender os nossos corações. Novamente. E eu espero esse contacto físico. Espero tocar os teus dedos. Espero segurar a tua mão. Espero abraçar-te. Espero tocar os teus lábios. Espero sentir o teu corpo.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Fear is a Prision


"Enfrenta os teus medos. Depois disso, estás livre"

Quem nunca ficou a pensar em algo que devia fazer, durante imenso tempo, apenas por medo de fazê-lo. Ou por medo do resultado. Acho que já aconteceu e, provavelmente, continua a acontecer a todos neste momento, mas a realidade é que o medo é uma prisão; impede-nos de ir mais longe e estanca-nos por tempo indeterminado.
É certo, enfrentar os nossos medos é uma tarefa complicada, mas, depois de ultrapassados, traz imensos benefícios. Primeiro, alarga a nossa zona de conforto. Segundo, com o passar do tempo - e das experiências - diminui a ansiedade. Terceiro, tornamo-nos livres. 
A pensar nisto, arranjei coragem para falar acerca de algo com a minha mãe. Tenho de admitir, eu estava extremamente nervosa, principalmente pelo que tinha acontecido anteriormente, mas necessitava saber a sua opinião e falei. E, incrivelmente, a minha mãe apoiou-me. Tenho de admitir que fiquei de boca aberta naquele momento; esperei todas as reações, estudei-as todas, mas não esperei que, simplesmente, aceitasse. Fiquei contente por isso. Próximo passo, fazer com que a minha cabeça pare de pensar que tudo será errado e seguir em frente.
Nem sempre é fácil, eu sei, mas os nossos medos têm que ser enfrentados; eles limitam a nossa vida. Além disso, conhecem melhor forma de sair da rotina e de se sentirem "poderosos"? Eu não. 
Agora, toca a trabalhar na cabeça...

Dad...


That's the point. Sou a única a pensar assim?

domingo, 16 de março de 2014

Primeiro gelado do ano :D


Estava a passear com os meus irmãos e decidimos comer o primeiro gelado do ano. Fomos àqueles da máquina, e este foi o meu. Avelã *-*

19 de Março: O Dia


Oficialmente, segundo ano que passo o aniversário sem o meu pai. Tenho de admitir, o ano passado disse que não me fazia diferença, este ano digo que dói um pouco, mas aguentasse. Aliás, o que não se aguenta neste mundo? A dor não é eterna, a não ser que insistamos em ocultar a mesma.
Voltando atrás, na realidade, se fosse apenas o meu aniversário, não doía muito, mas as recordações doem. As recordações de chegar dia 19 de Março e eu dizer “Feliz dia do pai” e o meu pai “Feliz aniversário. Quantos já tens? 19 (num dos anos)? Porra, estás a ficar velha!”. As recordações de cada abraço de aniversário. As recordações de todos, nesse dia, dizerem que eu era “a prenda” do meu pai, por ter nascido no dia dele – algo que espero que ninguém, à minha frente, o diga, neste momento. As recordações de ter um bolo de aniversário e um bolo para o meu pai, na mesa.
Dói.
Dói ter dado o coração a alguém que diz que se perder a família “paciência”, mas tudo bem. Como disse, nada é eterno. Nem os laços que nos uniam. Nem as verdades saídas da sua boca. Nem as noites de choro pela aproximação da data. Nem a dor. Nada é eterno.
Portanto é colocar um sorriso quando não ouvir a sua saudação. Colocar um sorriso quando receber apenas três abraços. Colocar um sorriso quando vir apenas um bolo na mesa. Colocar um sorriso quando forem audíveis, apenas, três vozes a cantar a música típica. Colocar um sorriso quando não forem audíveis as batidas na mesa durante a música. Colocar um sorriso e esperar que o dia passe.
Portanto, para quem me pergunta se este dia é importante, é, mas não pelas melhores razões. É apenas mais um dia de recordações que me faz querer quebrar. Isto é o dia 19 de Março, para mim.

domingo, 9 de março de 2014

Caipirinha precisa-se!


Eu ando com desejos, a sério... Já me apetece uma bela caipirinha há uma semana... Mais alguém? o.o

Feliz Dia da Mulher :)

Peço imensa desculpa, princesas, não sei porque razão o agendamento não publicou a mensagem.


Morenas, loiras, ruivas, de raças distintas, altas, baixas, gordas, magras, de diferentes orientações sexuais, mais ou menos confiantes, … são todas mulheres!
Sensíveis, com um coração enorme, sensuais por natureza, reprimidas por tempos, as mais protegidas e, ao mesmo tempo, as que têm uma verdadeira guerreira para ser descoberta no seu interior.
Cada mulher é única e, este dia, é para comemorar cada guerreira do mundo.
Espero que tenham um óptimo dia minhas guerreiras lindas.